"Ai, que sou homossexual!"
Um transeunte expõe a nádega a outro, e o vector da velocidade lembrando o sentido de onde saem os misteriosos pickles cobertos de vinagre que, ao esgalhar, apenas lhe dava prazer momentâneo, antes de sequer suspeitar que a sua mulher, Joel, o estava a trair com um martelo e uma picareta, mais um instrumento indenominável e uma rapariga chamada Joana Francisca, que tinha descoberto o fogo e o poder de libertar um poderoso KAMEHAMEHA, numa fonte de luz que provinha da micose nas unhas dos pés de um senhor que estava a cantar:
"Quem me dera ser só um belo par de seios redondinhos e brilhantes como estrelas que fazem lembrar formas circulares, de maneira a libertar uma enorme barreira de energia para ver a sua avestruz de estimação a parir um grande mal entendido."
Porque na verdade o Pedro não passa senão de um amarelo tão fluorescente que parecem dois girinos enrolados num turbilhão de emoções, que fazem o Natal parecer um dia normal.