domingo, 2 de novembro de 2008

Crónica Sexta

Olá, pickles. Meus caros pickles provenientes de um planeta onde a cultivação de vós é possível através de espargos pré-cozinhados e ultra-congelados, como uma pessoa que grita:
"
Ai, que sou homossexual!"
Um transeunte expõe a nádega a outro, e o vector da velocidade lembrando o sentido de onde saem os misteriosos pickles cobertos de vinagre que, ao esgalhar, apenas lhe dava prazer momentâneo, antes de sequer suspeitar que a sua mulher, Joel, o estava a trair com um martelo e uma picareta, mais um instrumento indenominável e uma rapariga chamada Joana Francisca, que tinha descoberto o fogo e o poder de libertar um poderoso KAMEHAMEHA, numa fonte de luz que provinha da micose nas unhas dos pés de um senhor que estava a cantar:
"Quem me dera ser só um belo par de seios redondinhos e brilhantes como estrelas que fazem lembrar formas circulares, de maneira a libertar uma enorme barreira de energia para ver a sua avestruz de estimação a parir um grande mal entendido."
Porque na verdade o Pedro não passa senão de um amarelo tão fluorescente que parecem dois girinos enrolados num turbilhão de emoções, que fazem o Natal parecer um dia normal.

Crónica Quinta

“Olá, querida” - disse João Tomás, correndo pelas vigorosas, fantásticas e magníficas badochas pertencentes ao escroto com várias bolas viscosas e explosivas causando uma enorme explosão de sabor ácido, que lembra a cor verde alface e azul turquesa, uma cor quase tão berrante como a da merda proveniente de um sítio tão escuro e pintelhoso como o cú de um guaxinim nervoso, arranhando o rabo do gato, que lhe deu com o nível esperado por alguém como o Luís Henrique, que comia almôndegas caramelosas cobertas com chocolate e uma massa pastosa proveniente da fundição dos cotões alojados debaixo da axila do hambúrguer de Chernobyl, que vivia na grande cabeça do Pedro, que é tão grande que parece um belo pénis.

Crónica Quarta

Quando a Rita era pequenina, sentiu-se um odor ao rabinho do Renato, que, sem perguntas, se virou para o Zé, e fez-se merrda, muita merrda! Como o elefante que tomou uma caixa de laxantes, e que se borrou! Laxantes que causaram uma diarreia enorme à Gertrudes, mas o Mr. Burro introdoziu os ditos laxantes no nariz, causando uma enorme tortilha de abacate e: Diglet-dig, Diglet-dig, Trio, Trio, Trio, o Pokémon Trigay.

Um furúnculo num rabo de um bebé preto, expelia pus na forma de dois grandes pénis entrelaçados um no outro. Dito isto, o Joel, incrédulo, grita: “Peguei nas colheres e rebuçados de mentol!”. E para ti vai uma visita ao Spa, para poderes relaxar do stress de jogar ao Risco. O seu stress era imenso... só umas palmadinhas no rabinho poderiam aliviar tal stress. Era impossível aguentar aquela pressão incómoda de quem tem um peido a descer pelo intestino à velocidade da luz, em direcção à abertura denominada ânus.

Crónica Terceira

Eis uma história maravilhosa, uma história sobre uma mesa onde o Pedro tirava a roupa de uma forma tão fogosa que lembrava o vómito fresco de um gato com problemas de bolas de pelo, viscoso e nojento, mas ainda assim, o Renato coçou o seu rabo com o piaçaba que tinha réstias de bolonhesa, com o João a imaginar: que tal começar a cuspir pus das numerosas aftas pertencentes na boca? Eu acho que seria boa óptima ideia visto que as aftas são um bicho incómodo que se aloja no interior das orelhas, num amontoado de cêra tão grande que dava para meter lá mais três iguais, e, quem sabe, talvez ele fosse andar a cavalo pelos gloriosos campos do Senhor Heitor, que se destacou com uma barba postiça na mão, sem pensar que o caramelo deslizando pelo ânus era, na verdade, a merda oprimida.

Crónica Segunda

Veio o S.Pedro, o Stº António e o S. João que, cheios de atenção, pediram o seu perdão, comendo o seu pão. Este tinha fumos verdes a saír do seu lustroso rabo cheio de pústulas. Tanto pintelho naquele rabo... até que ocorreu uma ideia na cabeça do Luís Henrique:

- Vou-me assumir!

Está na altura de todos saberem que eu sou uma linda borrboleta! E dito isto, vemos a cor putrefacta de um cagalhão bem arreado e uma gota de suor com perninhas que percorre toda a zona rêgal e culmina na saladinha de estrume suculento.

E mais: o Zé, o Roberto e o Kiko fizeram relações sexuais com uma morsa. Durante isso, o Alfredo comia fruta cristalizada e arrotava a broa mítica. Arregaçou a pele do seu instrumento, que era igual ao do Pedro: esverdeado, carameloso e em evidente decomposição de fezes líquidas que cheiram a mel e limão.

Crónica Primeira

Once upon a time era uma vez um rapaz, o Luís Henrique; um rapaz que é uma prostituta do Bairro Alto que chupa uma em troca de um cão coxo e com uma hemorróida.

Nisto, o cão dá um peido tão grande e suculento que enche a boca e os pulmões das pessoas, com uma sensação de tosta de queijo maravilhosa, com atum e um lindo Compal de manga, laranja, limão e morango - as coisas que me apeteciam agora, diz Joaquim Beirão, cheio de atenção.

Depois disse...
- K.

E então, uma gaivota irlandesa amaricada, que guincha como quem caga grossinho, passa no horizonte, enquanto o Gertrudes cantava o hino da Chechénia e efusivamente ouviu-se outro peido.

Desta vez era diferente.

Era um som de uma tostadeira a criar uma tosta heis que tal o caracol Alfredo e o tremoço António fugiram.

O Joaquim Beirão morreu.